Armas
As armas do Estado de Santa Catarina estão amparadas pela Lei n. 126, de 15 de novembro de 1895, com base no desenho de Lucas Alexandre Boiteux. A mesma Lei estabeleceu também a Bandeira do Estado.
Veja o significado de cada uma das armas:
- Águia Marron: representa a produtividade do estado (agroindústria, indústria, serviços...);
- Losango de cor verde: evidencia a vegetação do Estado;
- Âncora Amarela: destaque portuário;
- Chave Amarela: posição estratégica do Sul do Brasil (o estado está no meio do eixo econômico e rota do Mercosul);
- Escudo Branco com escrita preta: 17 de novembro de 1889, enfatiza o Regime Republicano em Santa Catarina;
- Ramos de Trigo e Café: lembra o Estado como uma força produtiva na agricultura.
- Barrete Frígio: representa a forma republicana
Flor Simbolo
A flor Laélia Purpurata foi descoberta em grande abundância por François Devos em 1847, no litoral da então Província de Santa Catarina, e exportada para a Bélgica e Inglaterra, entre as décadas de 1920 e 1940. As exportações botaram Santa Catarina como o maior exportador de Orquídeas do Brasil, associando-se o nome desta flor, em termos nacionais, ao nosso Estado. Dentre todas as Orquídeas, é considerada flor nobre e os orquidófilos dão a Laélia Purpurata uma posição de destaque. Assim, no dia 13 de dezembro de 1983, o Decreto n. 20.829 identifica o taxon Laélia Purpurata Lidley, variedade purpurata, como Flor Símbolo do Estado de Santa Catarina.

flor Laélia Purpurata
Bandeira

A Bandeira foi revitalizada somente a partir da Lei Estadual nº 275 de 29 de outubro de 1953 sancionada pelo governador Irineu Bornhausen. Após a sua alteração, a Bandeira de Santa Catarina passou a compor três faixas horizontais, sendo as das extremidades vermelhas e a do centro branca; sobre as faixas, um losango verde-claro representando a vegetação e, no centro desse, as Armas do Estado.
Divisão Administrativa de Santa Catarina
Atualmente, Santa Catarina conta com 293 municípios. O estado apresenta esse número elevado de municípios devido a interesses de certos políticos. Alguns líderes políticos ao sentirem suas reeleições ameaçadas dentro de seus municípios, resolveram emancipar os distritos (o que ainda hoje acontece), onde conseguem ter uma certa expressão política, tornando com isso, a eleição praticamente garantida.
Analisado a evolução administrativa de Santa Catarina, percebe-se que o estado teve como base, quatro núcleos: São Francisco do Sul, Florianópolis, Laguna e Lages. A partir deste, foram criados os outros municípios
- em 1967, SC tinha 197 municípios;
- em 1987, SC tinha 199 municípios;
- em 1989, SC tinha 217 municípios;
- em 2005, SC tem 293 municípios;
SANTA CATARINA EM TEMPOS DE MUDANÇA
Santa Catarina por muito anos vem sendo administrada por um governo centralizado, onde todas as secretarias eram instituídas em sua capital, Florianópolis e, dessa forma, os governos passados faziam suas administrações. De fato, a competência e vontade política por mais que fosse séria e compromissada, apresentava problema de articulação das ações nos projetos de governo, não havendo a participação das associações, ONGs, empresas, universidades e fundações, de forma mais efetiva.
Assim, desde 2003, a administração do Estado de Santa Catarina, passou por grande reforma estrutural, descentralizando as diversas secretarias. Santa Catarina passa a ter 30 secretarias regionais espalhadas em seu território. Essa nova reestruturação está fundamentada nas Secretarias e nos Conselhos de Desenvolvimento Regional. Assim, as Secretarias atuam como agências oficiais de desenvolvimento, enquanto os Conselhos (integrados pelos prefeitos e associações) constituem um Fórum permanente de debates sobre a aplicação do orçamento regionalizado. Nessa nova ótica administrativa, o Estado planeja e coordena as ações, enquanto os municípios, executam as ações. A responsabilidade também passa para as prefeituras.
No entanto, vale ressaltar que houveram alguns problemas de ordem administrativa, como a folha de pagamento do funcionalismo público, que aumentou significativamente, comprometendo desta forma, o orçamento do estado, e o descontentamento de boa parte do funcionalismo pelo remanejamento de alguns serviços para atender a demanda das novas secretaria instituídas pelo governo LHS.
QUADRO HUMANO
Povoamento e Colonização
- Efêmera: Nos séculos XVI e XVII ocorreram alguns naufrágios no litoral catarinense. Assim, náufragos de várias nacionalidades chegaram em seu litoral. Algumas embarcações ancoravam nas regiões onde são hoje São Francisco do Sul, Florianópolis e Laguna em busca de água potável, alimento e madeira para reparos das embarcações.
Efetiva: Vicentista e Paulista; Açórica-madeirense e Imigração Européia.
- Expansão Vicentista: foram os que abriram as primeiras trilhas e povoados do litoral sul do Brasil. Assim, no século XVII, surgiram os três núcleos básicos de povoamento e colonização em Santa Catarina: Nossa Senhora da Graça do Rio São Francisco (1658), Nossa Senhora do Desterro (1662) e Santo Antônio dos Anjos de Laguna (1682). Os Paulistas, em meados do XVIII, foram os responsáveis pela ocupação do interior dos estados do Sul. Assim, nos caminhos para Lages, estabeleciam pousos, que com o tempo, transformaram-se núcleos de povoações, destacando-se Lages, fundada em 1771. Objetivo desse povoamento: busca do ouro e de outras riquezas minerais e, ocupar efetivamente o Sul do Brasil, já que estava desguarnecida.
- Açorianos e madeirense: a coroa portuguesa tinha que resolver os excessos populacionais do Arquipélago de Açores e Madeira, ao mesmo tempo, efetivar a ocupação do território catarinense, somando-se a já estabelecida ocupação vicentista. Os primeiros açorianos aportaram na Ilha de Santa Catarina em 1748. Em 8 anos, vieram em torno de 6 mil açorianos e madeirenses.
Imigração Européia: a partir de 1829, chegaram os primeiros imigrantes. Os Alemães e Italianos foram os principais grupos de imigrantes. Em menor número os russos, ucranianos, austríacos, franceses e árabes
Alemães: As primeiras levas de colonos alemães chegaram a partir de 1829, fixando-se em São Pedro de Alcântara, que não prosperou em função do relevo acidentado. Mas as grandes correntes imigratórias tiveram início somente a partir de 1850, para povoar o Vale do Itajaí. Os alemães introduziram na região os primeiros teares que transformariam Santa Catarina em um dos maiores pólos têxteis das Américas. A eles se deve também a implantação de expressivo parque industrial em Joinville, Jaraguá do Sul e São Bento do Sul.
Italianos: 1836, os italianos (da ilha da Sardenha), fundaram a Colônia Nova Itália(São João Batista). Novas levas ocuparam Nova Trento, São Ludgero, Tubarão, Criciúma, Urussanga... . As casas de madeira, altas e sem varandas, com amplos porões para guardar as carretas e os utensílios domésticos, juntaram-se às casas germânicas em estilo enxaimel e seus jardins floridos. Os italianos deram início as primeiras olarias, cerâmicas e vinícolas brasileiras.
Assim, os alemães e italianos, foram os principais responsáveis pelo extraordinário desenvolvimento agrícola e industrial de SC. Desenvolveram indústrias fortes e tradicionais como o setor têxtil, vestuário, cristais, cerâmico, elétrico-metal-mecânico, alimentos, entre outros.
“Foi a maior responsável pelo povoamento do meio-oeste de Santa Catarina. No final do século XIX e início do século XX, tivemos vários acontecimentos que ajudaram com essa ocupação:
- Construção da estrada de ferro São Paulo – Rio Grande do Sul (aproximadamente 8.000 paulistas e sul-rio-grandenses) vieram trabalhar na construção da estrada de ferro. Alguns resolveram ficar definitivamente na região.
- A corrente italo-germânica-sul-rio-grandense (deu-se a partir da década de 1940). Colonos do interior do Rio Grande do Sul estavam em busca de terras mais baratas que estavam a venda em Santa Catarina. Deu-se então, o início do povoamento oeste do estado.
- Outros fatores de ocupação: os operários demitidos da Itaipú foram estimulados a trabalhar na construção civil em nosso estado, que em 1980 estava em grande crescimento;
- Desde 1995, a mídia vem pondo o estado de Santa Catarina, como estado de melhor qualidade de vida do Brasil. Com isso, as cidades litorâneas como Florianópolis, Balneário Camboriú, São José... estão passando por uma explosão demográfica desordenada, deixando o trânsito caótico e comprometendo a qualidade ambiental dos ecossistemas litorâneos. Paulistas e Gaúchos são os principais imigrantes internos dessa última década” (Bettes Jr., 2001).
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GEOGRAFIA ECONÔMICA
A INFLUENCIA DA GLOBALIZAÇÃO NA ECONOMIA DE SANTA CATARINA
A globalização já vem ocorrendo há séculos. As Grandes Navegações, as históricas Revoluções Industriais, foram a alavanca da mundialização da tecnologia, dos produtos e serviços. Criou-se uma interdependência social, política e econômica entre os países, não permitindo mais o isolamento propriamente dito, de qualquer que seja a nação. Essa tendência provoca uma necessidade de aprimoramento de políticas externas entre as nações, do constante avanço tecnológico das empresas, e faz as pessoas irem em busca de aperfeiçoamento no mercado de trabalho. No entanto, a competitividade é a palavra chave do mundo globalizado.
O neoliberalismo, que se espalhou pelo mundo, deixa o controle econômico nas mãos das empresas. É a famosa lei da oferta e da procura. É nesse cenário que o Brasil e o estado de Santa Catarina estão inseridos. A partir do governo Collor, a livre abertura de mercado, exigiu do governo, e sobre tudo, de nossas empresas, investimentos nos mais variados setores na tentativa de estar cada vez mais inserido no mercado. Mesmo com algumas melhoras, Santa Catarina ainda apresenta algumas deficiências, como é o caso da indústria de vestuário e da agricultura. A China, um mercado emergente, de mão-de-obra barata, consegue produzir a baixo custo. Assim, seus produtos entram no Brasil com preços mais baixos do que os praticados pelas empresas brasileiras. Isso gera descontentamento e crise no setor, e conseqüentemente desemprego. Já a agricultura catarinense está passando por uma crise já mais visto em toda sua história. O alho por exemplo, que nos últimos anos, abaixou as vendas, e vem perdendo o mercado interno, em detrimento da importação do alho chinês, que é mais barato. Isso faz os agricultores locais ficarem insatisfeitos e largarem muitas vezes o campo. Para sair desse impasse, o governo terá que fazer uma política intervencionista, subsidiando parte da produção ou praticar o protecionismo evitando a entrada de alguns produtos importados.
Todavia, o que ainda atrapalha o avanço econômico do estado catarinense, é a política cambial e tributária imposta pelo governo brasileiro e do estado, a falta de investimentos em infra-estrutura, como o setor de transporte, onde a maior parte da produção está sendo escoada por rodovias, que é ineficiente e cara.
Extrativismo Animal
A pesca, á a principal atividade desse setor. A pesca artesanal domina praticamente todo o litoral. Itajaí, é o principal pólo pesqueiro do Brasil (Pesca Industrial). Podemos destacar também outros municípios como: Navegantes, Florianópolis, Laguna e Governador Celso Ramos.
A maricultura e a pscicultura tem aumentando nos últimos anos. Esse setor vem se profissionalizando e conta com apoio da UFSC e associações de bairros. Quanto a maricultura podemos destacar: Sul da Ilha de Santa Catarina, Enseada de Brito (Palhoça) e Governador Celso Ramos.
Extrativismo Vegetal
Na década de 1960 o estado de Santa Catarina era o 1º produtor nacional de madeira (em tora). Atualmente, continua entre os maiores produtores de madeira (em tora) e lenha, graças a silvicultura. A erva-mate também merece atenção, destacando-se os municípios de Canoinhas, Itaiópolis, Irineópolis e Major Vieira. O estado ocupa o 2º produtor nacional desse produto. Em relação a silvicultura, Lages aparece em destaque, pois sua economia está crescendo muito nos últimos anos, graças aos investimentos do setor privado, apoio do governo e das universidades com cursos profissionalizantes, como por exemplo a engenharia florestal.
Extrativismo Mineral
Santa Catarina é pobre em minerais metálicos, porém, o estado se destaca em:
- Carvão Mineral (como maior produtor brasileiro): Municípios de Criciúma, Siderópolis, Içara e Lauro Müller. É utilizado em siderúrgica, termelétrica (Jorge Lacerda) e na indústria de cimento. A produção de carvão mineral bruto em Santa Catarina, em 2005, foi de 7,8 milhões de toneladas, representando 63% da produção nacional. A do carvão beneficiado, para o mesmo ano, foi na ordem de 2,7 milhões de toneladas, participando com 45,5% da produção nacional. A Usina Termelétrica Jorge Lacerda, localizada no município de Capivari de Baixo, utiliza o carvão mineral para gerar 857 MW.
- Fluorita: Municípios de Armazem, Orleans e Morro da Fumaça. É utilizada na indústria química, de cerâmica e óptica.
- Petróleo: onde, nos últimos anos, ganhamos destaque na exploração. Em evidência a plataforma continental no norte do estado: Tubarão I, Tubarão II, Coral e Estrela do Mar.
- Outros minerais: varvito, mármore, caulim, enxofre e pirita.
Agricultura
Nosso estado produz de tudo, um pouco. Isso ocorre, devido a grande influência dos imigrantes europeus no desenvolvimento da agricultura. Principais características da agricultura:
- Pequena propriedade
- Pequeno produtor (mão-de-obra familiar). Alguns com trabalho integrado (fumo)
- Predomina a policultura (milho, soja, fumo, feijão, mandioca, cebola, alho, arroz, maçã, uva, banana...)
- A monocultura, em menor escala, restrita a dois cultivos: cana-de-açúcar e trigo.
Produtos de destaque nacional (pondo o estado entre os maiores produtores).
- Maçã: maior produtor nacional (Fraiburgo, São Joaquim, Urubici e Lebon Régis)
- Alho: maior produtor nacional (Curitibanos e Lages)
- Cebola (Ituporanga é a cidade de destaque nacional)
- Banana: um dos maiores produtores nacionais (Garuva e Corupá).
- Fumo: um dos maiores produtores nacionais. Em destaque os municípios de Araranguá, Tubarão e Vale do Itajaí. Nesse cultivo há integração entre o produtor e a indústria (as industrias fumageiras dão apoio técnico e financiamento aos agricultores e eles por sua vez, vende a safra as indústrias). Essa modalidade de integração está sendo cada vez mais comum em Santa Catarina.
Pecuária
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Avicultura: Santa Catarina apresenta a maior produção do país (frango e peru são as principais espécies). É feita em pequenas propriedade, mão-de-obra familiar, com o sistema de integração (entre os frigoríficos e os produtores). Cidades produtivas: Chapecó, Concórdia, Videira, Joaçaba, São Miguel d’ Oeste, Seara e Itapiranga.
- Suinocultura: a forma de produção é a mesma do frango (sistema integrado). A maioria das localidades coincidem com as da avicultura.
- Bovinocultura: predomina a pequena criação, como forma de subsistência. Embora o estado apresente uma criação modesta, e por não apresentar mais doenças nos últimos anos (febre aftosa), o crescimento do mercado brasileiro com a União Européia, haverá de estimular a criação de gado bovino no futuro próximo. Sistema intensivo (Vale do Itajaí, Vale do Rio do Peixe e Campos de Lages); Sistema extensivo, apenas Campos de Lages.
- Apicultura: a profissionalização e flora faz do estado, o maior produtor nacional. Assim, Santa Catarina apresenta vários títulos de qualidade do mel. Lages e Criciúma são os maiores produtores do estado.
- Pscicultura: peixes de cativeiro para atender restaurante ou pesca esportiva (pesque-pague). Carpa, tilápia e truta são os de maior interesse comercial. Essa atividade gera emprego e aumenta a renda do homem do campo.
Energia
O setor energético, é um setor de suma importância para o desenvolvimento de um país. A habitação e os meios de produção necessitam de energia para por em prática as suas necessidades e atividades.
Entretanto, as fontes não-renováveis de energia como o carvão mineral, o petróleo e o gás natural continuam sendo as principais fontes de energia de muitas nações, e são poucas que dispõe desses recursos. Nesse contexto, o Brasil, leva vantagem, bem como o estado de Santa Catarina, que utilizam muito a energia hidráulica, aproveitando a fartura dos recursos hídricos do seu território. Atualmente, o Brasil possui 1.548 empreendimentos em operação, gerando 95.124.094 kw de potência. Já Santa Catarina, possui 82 empreendimentos em operação, gerando 4.553.305 kw de potência. O estado vem investindo nos últimos anos para aumentar a produção de energia e, assim, garantir o desenvolvimento uniforme de todos os setores econômicos, bem como o consumo da população. Santa Catarina é auto-suficiente em energia, onde além dos recursos hídricos, temos em destaque o complexo termelétrico Jorge Lacerda (Capivari de Baixo), que usa o carvão mineral como fonte de energia. Explora-se desde a década de 1990, o gasoduto Bolívia-Brasil (GasBol), e a energia produzida pela hidrelétrica de Itá.

- Vale do Itajaí (Blumenau, Gaspar e Brusque): Setores têxtil, vestuário e cristais. Com destaque: a Hering, Malwee, Marisol, Teka, Döhler, Buettner e Artex.
- Nordeste (Joinville e Jaraguá do Sul): Setor eletro-metal-mecânico e galvanoplásticos. Com destaques as empresas multinacionais como Multibrás (Brastemp e Cônsul), compressores EMBRACO, WEG (motores elétricos), Kolbach (motores elétricos), Hasen Industrial (tubos e conexões Tigre), Fundições Tupy (autopeças), Akros (tubo e conexões) entre outros.
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Empresa de vestuário – Blumenau, SC. Cia Hering - Planalto de Lages e Rio do Peixe (Lages, Otacílio Costa, Campos Novos, Três Barras, Caçador e Fraiburgo) Setor Papel e Celulose.
- Planalto Norte (São Bento do Sul e Rio Negrinho): Setor Moveleiro. Com destaques a: Terra Nova (Chile), Ashley (EUA), Artefama, Vogue, Rudinik...
- Meio-Oeste (Concórdia, Chapecó e Videira): Setor Agroindustrial. Com destaque: Sadia, Perdigão, Seara, Aurora, Ceval...
- Litoral Sul (Tijucas, Tubarão, Araranguá e Criciúma). Setor Cerâmico. Com destaque: Cecrisa, Eliane, Itagres e Porto Bello.
- Vale do Tijucas (São João Batista): Setor Calçadista. É um dos maiores do país, crescendo numa média de 10% ao ano. A formula para o sucesso é a qualidade e os preços competitivos. Em 2001, a região contava com 150 empresas (entre fabricantes e fornecedores). Gera 2 mil empregos diretos e 4,5 mil empregos indiretos.
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